Nunca, jamais, em tempo algum convidem para jantar uma rapariga que use expressões como: "vou só ali cagar a cara" ou "este perfume custou-me 50 paus".
Tenho dito.
E o tempo que me demorou a decifrar o que significa "cagar a cara"?
Uma vida que mudou radicalmente, agitada, ocupada, muitas vezes louca. Estes são os relatos de um tipo que apesar de bem sucedido, lindo e charmoso, é solteiro! E a quem tudo lhe acontece...
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Conheci uma rapariga da Moita
Nada de jeito se pode esperar de um post que começa com: "Conheci uma rapariga da Moita", certo? Ceeeeerto!
Sandra era moçoila casadoira, pelos seus 32 anos e vontade de arranjar marido a qualquer custo.
Queria a Sandra marido casadoiro também e tinha que ter um grande... dote.
Pediu-me amizade no facebook, recusei porque não a conheço. Quis seguir-me no instagram, recusei porque não a conheço. Mandou-me email para o email do trabalho (ainda hoje não sei como o conseguiu), não respondi.
Cruzei-me com ela num bar, pagou-me um whiskey. Por carência ou necessidade, dei-lhe conversa. Ao fim de mais uns copos "convidou-se" para a minha casa.
A meio da noite tórrida de fazer o amor, lá pelas 4 da manhã, solta um sonoro "sou uma mula! aaaaai que grande mula que sou! uuuuuuuii"
Não me aguentei, ri-me como se não houvesse amanhã!
Tive de lhe dizer: "pensava que a Moita era terra taurina, não mulina".
Escusado será dizer que saiu correndo, até hoje não sei nada dela... se realmente for uma mula não terá ido longe, elas andam devagar.
Sandra era moçoila casadoira, pelos seus 32 anos e vontade de arranjar marido a qualquer custo.
Queria a Sandra marido casadoiro também e tinha que ter um grande... dote.
Pediu-me amizade no facebook, recusei porque não a conheço. Quis seguir-me no instagram, recusei porque não a conheço. Mandou-me email para o email do trabalho (ainda hoje não sei como o conseguiu), não respondi.
Cruzei-me com ela num bar, pagou-me um whiskey. Por carência ou necessidade, dei-lhe conversa. Ao fim de mais uns copos "convidou-se" para a minha casa.
A meio da noite tórrida de fazer o amor, lá pelas 4 da manhã, solta um sonoro "sou uma mula! aaaaai que grande mula que sou! uuuuuuuii"
Não me aguentei, ri-me como se não houvesse amanhã!
Tive de lhe dizer: "pensava que a Moita era terra taurina, não mulina".
Escusado será dizer que saiu correndo, até hoje não sei nada dela... se realmente for uma mula não terá ido longe, elas andam devagar.
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Gaiooooola das loucaaaaaas (I)
Ora então inauguramos mais uma rubrica neste pardieiro a que gosto de chamar blog.
É simples: no mundo dos encontros a primeira impressão "vende" muito.
Há boas primeiras impressões e depois há as que encaixam perfeitamente na Gaiooooola das loucaaaaas!
Vamos então, à primeira impressão, tentar adivinhar a que se dedica a pessoa que se depara na nossa frente numa APP de encontros...
É simples: no mundo dos encontros a primeira impressão "vende" muito.
Há boas primeiras impressões e depois há as que encaixam perfeitamente na Gaiooooola das loucaaaaas!
Vamos então, à primeira impressão, tentar adivinhar a que se dedica a pessoa que se depara na nossa frente numa APP de encontros...
Primeira louca a sair na rubrica:
Nome: Popota Espanhola
Ocupação: era bailarina exótica mas nos últimos 10 anos dedicou-se à compactação de viaturas dadas para abate
Localidade: mundo fantástico do Continente - também já foi vista pela Gafanha da Nazaré na altura das monções
Maior qualidade: é amiga do seu amigo - principalmente se o amigo tiver livre trânsito para o buffet do Tromba Rija
Maior defeito: desafina a cantar
Sonha um dia: conhecer a Fanny para a aniquilar de vez e ficar para sempre com o monopólio de roulottes de farturas na Suíça
Vamos a votos: terei deslizado para a esquerda ou para a direita?
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